Southernmost – Rumo ao sul, de Silas House

Por que li “Southernmost – Rumo ao sul”, do Silas House?

Bom, não vou negar que este é um dos livros que me conquistou pela capa, achei este por do sol lindo!

Estava rodando o site da TAG Livros quando vi esta capa e fui ler a respeito, me encantei. Como a intolerância ao público LGBTQIA+ ainda é muito forte, principalmente no meio religioso, fiquei bastante interessado na possível sensibilidade que seria abordada neste livro.

Ele foi distribuído pela assinatura Inéditos em setembro de 2018, então o adquiri pela loja (já que ainda não assinava o clube neste período).

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Through the Maelstrom 2.2 (Final Fantasy XIV), da Square Enix

Apesar de ser unânime entre a comunidade do Final Fantasy XIV que a história entre o final do 2.0 e o início da primeira expansão (ou seja, estamos falando dos patches 2.1 até o 2.5) serem muito ruins, eu tive o privilégio de jogá-los e me divertir bastante. É claro que a história não é boa e nem bem contada, até porque este é um momento específico da vida do FFXIV em que acontecem:

  1. Ajustes do A Realm Reborn;
  2. Em paralelo, criar a primeira expansão, a Heavesnward;
  3. Amarrar a história do 2.0 com o 3.0, colocando elementos relevantes de narração e gameplay.

E é nesse contexto que comento o que eu achei do Patch 2.2: Through the Maelstrom.

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O Dilema das Redes, da Netflix

Por que assisti ao filme O Dilema das Redes, da Netflix?

Eu gosto muito de escrever (este blog está aqui provando isso!), mas muito mesmo. Desde criança eu sempre quis ser escritor (contei minha história aqui neste post), mas não é com isso que eu trabalho, é apenas um hobbie. Eu trabalho com redes sociais, com geração de conteúdo (criação de estratégia e de posts) e também com mídia (anúncios e impulsionamentos). E este filme da Netflix fala justamente de como as redes sociais estão sendo usadas para manipular os usuários com conteúdos e anúncios, e assim colhendo e vendendo os dados dos usuários muitas vezes de forma ilegal e imoral. Então, assistir a este filme é mais que uma obrigação para mim! Eu já entendo como funciona a “venda de dados” e os anúncios nas redes sociais, afinal, esse é meu trabalho! Mas ver como ele é divulgado para o público não especializado… Estou curioso!

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Frida Kahlo e as Cores da Vida, de Caroline Bernard

Por que li “Frida Kahlo e as Cores da Vida”, da Caroline Bernard?

Eu não comprei este livro, ele que chegou até mim. Este foi um dos livros enviados pela Tag Livros no Kit Inéditos em Janeiro de 2021 e conta a história da pintora mexicana cujo nome é titulo da obra.

Quando peguei este livro, pensei “Caramba, eu não sei de nada sobre Frida Kahlo a não ser que ela é mexicana, pintora e feminista, isso porque ela está em todos os lugares da cultura pop.” E era verdade! Então esta foi uma ótima oportunidade de descobrir quem ela realmente foi!

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A Realm Awoken 2.1 (Final Fantasy XIV), da Square Enix

Que a franquia Final Fantasy é uma das minhas maiores paixões na minha vida, isso não é novidade. Cresci jogando todos os jogos da série, os spin-offs e sou viciado na trilha sonora. Na dúvida, vejam a minha felicidade ao lado do Nobuo Uematsu, criador das músicas dos jogos:

Esse encontro foi no dia 2 de março de 2016, mas na minha mente ele dura até hoje. <3

Então, jogar Final Fantasy XIV era mais do que natural na sequência. Comecei jogando apenas a versão 2.0, já que a versão 1.X não saiu para o Playstation 3. Joguei quando foi lançado para o videogame, mas parei de jogar quando terminei o jogo base.

Em 2020, no ano da pandemia, resolvi começar de novo, do zero. O jogo, desde que joguei, sofreu muitas mudanças (quase todas positivas, na minha opinião), e quando fui começar novamente já havia a expansão ShadowBringers, então teve muita coisa nova que não tinha no lançamento do 2.0.

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Água Vida, de Clarice Lispector

Por que eu li “Água Viva”, da Clarice Lispector?

Sendo bem sincero, sempre tive dificuldades de ler Clarice Lispector, mesmo na faculdade de Linguística enquanto a estudava. Sempre achava ela muito sem pé no chão, etérea demais, não sabia explicar… Eu sempre fui muito mais de leituras “de histórias com começo-meio-fim”, e ela nunca foi o meu estilo favorito de leitura. Tive que ler a obra A hora da estrela para o vestibular e terminei com o a cara que nem o emoji -> 🤔.

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Por que escrever um blog?

Destaque

Quando eu nasci, e foi de cesárea, foi um parto igual a todos os outros: o médico abriu a barriga da minha mãe, me tirou de lá de dentro e, com um tapa bem dado para mostrar que o mundo aqui fora seria cruel, me fez chorar alto. Mas logo depois disso, eu ouvi um estalo.

Alguns dizem que é coisa de vidas passadas, outros falam de sinal de Deus… Eu acredito em tudo isso, pra falar a verdade. Mas desde o primeiro segundo de existência neste mundo, eu sabia o motivo para o qual eu nasci. Isso mesmo, entre todas aquelas muitas perguntam que assombram os humanos desde o começo dos tempos (“De onde eu vim?”, “Para onde eu vou?”, “Qual é a minha missão?”), eu sei a resposta da última, pelo menos para mim.

ESCREVER LIVROS.
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