Through the Maelstrom 2.2 (Final Fantasy XIV), da Square Enix

Apesar de ser unânime entre a comunidade do Final Fantasy XIV que a história entre o final do 2.0 e o início da primeira expansão (ou seja, estamos falando dos patches 2.1 até o 2.5) serem muito ruins, eu tive o privilégio de jogá-los e me divertir bastante. É claro que a história não é boa e nem bem contada, até porque este é um momento específico da vida do FFXIV em que acontecem:

  1. Ajustes do A Realm Reborn;
  2. Em paralelo, criar a primeira expansão, a Heavesnward;
  3. Amarrar a história do 2.0 com o 3.0, colocando elementos relevantes de narração e gameplay.

E é nesse contexto que comento o que eu achei do Patch 2.2: Through the Maelstrom.

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A Realm Awoken 2.1 (Final Fantasy XIV), da Square Enix

Que a franquia Final Fantasy é uma das minhas maiores paixões na minha vida, isso não é novidade. Cresci jogando todos os jogos da série, os spin-offs e sou viciado na trilha sonora. Na dúvida, vejam a minha felicidade ao lado do Nobuo Uematsu, criador das músicas dos jogos:

Esse encontro foi no dia 2 de março de 2016, mas na minha mente ele dura até hoje. <3

Então, jogar Final Fantasy XIV era mais do que natural na sequência. Comecei jogando apenas a versão 2.0, já que a versão 1.X não saiu para o Playstation 3. Joguei quando foi lançado para o videogame, mas parei de jogar quando terminei o jogo base.

Em 2020, no ano da pandemia, resolvi começar de novo, do zero. O jogo, desde que joguei, sofreu muitas mudanças (quase todas positivas, na minha opinião), e quando fui começar novamente já havia a expansão ShadowBringers, então teve muita coisa nova que não tinha no lançamento do 2.0.

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